Casa, Belo Horizonte
Sobre a arte de encher linguiça
Cheguei vivo e bem ao Brasil, e estou agora em Belo Horizonte, matando saudades da minha família (mas principalmente do Gabriel!). Viajar cansa; mas cuidar de um moleque hiperativo de 2 anos cansa mais. Estive portanto sem muito tempo e/ou energia para postar decentemente nos últimos dias. Tenho um post semi-escrito sobre a volta do Chile, e outro sobre como é jantar com os Gell-Mann; mas acho que vão ficar para depois do Natal. Mas aproveito para postar aqui algumas fotos legais de Bariloche. Subi todas as fotos para o Flickr, para quem tiver interesse e paciência para conferir.
Esta peculiar árvore cresce próximo à fronteira Argentina-Chile. Meus colegas ecólogos na CSSS contam que ela é uma relíquia paleozóica, e de fato não é difícil imaginar uns Ichtyostegas tomando sol por perto . Ela é, de qualquer maneira, muito estranha...
...ainda mais quando vista de perto. Note como os ramos se penta-furcam simetricamente, perpendiculares ao caule. O padrão se repete fractalmente por mais uma ou duas escalas. Os ramos se afinam após cada pentafurcação, o que é consistente com a preservação da seção reta (o que deixaria o Jeffrey West muito feliz, creio)
